segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Aos cuidados do Cupido

Senhor Cupido,

Nós estamos com um problema de relacionamento… Não sei se o senhor percebeu...
O problema foi que o senhor levou a sério demais quando eu cantava para o senhor, a plenos pulmões, deixar meu coração em paz, alegando que já não podia amar, e exemplificando que eu amei há muito tempo atrás e já cansei de tanto soluçar.
Isso só aconteceu por dar meu coração a um belo rapaz, que prometeu me amar e me fazer feliz, porém ele me passou pra trás, meu beijo recusou e meu amor não quis. Acredita?
Cheguei ao ponto de te acusar de que a flecha do amor só trás angustia e a dor! E acabei por dizer o que talvez não devesse. Disse que meu coração já não queria saber de mais uma paixão. Mas sabe, foi tudo culpa do momento.
Foi uma raivinha momentânea, eu não quis mesmo te ofender... De verdade. É que me doeu muito na hora e acabei descontando no senhor... Afinal, foi uma errada feia na pontaria, né?
Se bem que não foi tão feia assim se pensar em todos os benefícios... Mas, bem, o que importa é que depois desse episódio eu estou sentindo certo desleixo da sua parte comigo. Tudo bem que o senhor esteja chateado, mas não acha que eu já paguei o bastante?
É, o senhor entendeu certo. Estou te pedindo desculpas pelas ofensas e querendo, assim, despretensiosamente, a sua ajudinha... Meu coração aceita, sim, uma nova paixão.
Eu sei que o senhor vai me perdoar, pois o senhor é um amor!

Beijos carinhosos!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Um mês correndo à frente do Sol* (por mais que sinta que estou sempre atrasado)




Cheguei a tempo de te ver acordar

Eu vim correndo à frente do sol
Abri a porta e antes de entrar
Revi a vida inteira

Hoje acordei com você na cabeça. Pensei em seu sorriso lindo e mentalmente te mandei um beijo. Recebeu?

Pensei no tempo e era tempo demais


Acho mágica esta palavra: sincronicidade.


Você olhou sorrindo pra mim
Me acenou um beijo de paz
Virou minha cabeça


Em português mais claro, nada mais é do que estar no lugar certo no momento certo. E você chegou. Na hora exata. No dia exato. Apareceu com seu abraço quente, seu corpo em equilíbrio, sua mente me desafiando a ser. Olhei no calendário de papel em cima da mesa. Nada estava marcado. Mas você sabia. Depois de tanto desencontro, era aquele o nosso dia. O mundo sabia. Deus, Chico Xavier, ou o Destino sabiam.

Eu simplesmente não consigo parar
Lá fora o dia já clareou
Mas se você quiser transformar
O ribeirão em braço de mar

Você vai ter que encontrar
Aonde nasce a fonte do ser
E perceber meu coração
Bater mais forte só por você

A galáxia inteira conspirava: vá! E fomos... entendemos nossos mundos. Eu, brincando com a magia da vida. Você, transformando a realidade em realização plena. Palmas para a surpresa! Acordei e você estava do meu lado. E eu achei lindo. Você e suas histórias de mil mundos. Sua curiosidade que não acaba mais. Seu cheiro, seu carinho, um olhar que tudo sabe e tudo quer, tua ideologia que te faz amanhecer mais forte e ser um tanto bem maior.

O mundo lá sempre a rodar,

E em cima dele tudo vale
Quem sabe isso quer dizer amor,
Estrada de fazer o sonho acontecer

------- Um mês. " Eu que não amo você envelheci 10 anos ou mais, nesse último mês".

* A Clarrisa Guerra me dava a razão.


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Uni-duni-tê




É, eu sei que já está chegando a hora de eu te ver me procurando, não para trocar sorrisos, não mais para trocar segredos. Você vai vim, como sempre, com uma dose extra de charme, meia dúzia de palavras certas e um desejo. E eu vou topar não porque seja uma idiota*, mas porque simplesmente não consigo não me entregar a você. Falta em mim força de palavra, força da razão. Na teoria “blogueriana” é bem fácil. Venho aqui, escrevo algumas palavras que não fazem sentido algum na verdade, engano aqueles que vem em busca de fofocas e me mostro uma decidida. Mas naquela nossa conversa a dois, naqueles seus versos ditos pausadamente, naquele momento. Esqueço de toda essa teoria frívola, certa, e me entrego. Com um laço de fita, se for preciso. E você? Ah, bem... você vai esconder, me querer no escuro*. E eu já nem me chateio mais... Aprendi a gostar desse esconde-esconde, desse pega-pega. Afinal, melhor é ser criança, ingênua, pura e sincera.

*“Mas aí, daqui uns dias... você vai me ligar. Querendo tomar aquele café de sempre, querendo me esconder como sempre, querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E eu vou topar. Não porque seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas porque você me lembra o mistério da vida. Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo.” – Tati Bernadi

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Criança...

"Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco? Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco! ....E pinta o estandarte de azul, e põe suas estrelas no azul. Para quê mudar?! Deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz!"

Dia de Nossa Senhora Aparecida, Dia das Crianças.
Acho que agora é agradecimento por tudo o que cabe. Pela boa fase de pessoas que me cercam, família, AMIGOS que tem dado A força. Agradecimento por estar clareando o que espero do Direito.
Agradecimento pela maturidade que, enfim, veio.
Final de semana (feriadão) veio com o jeito de bom samba. Boa letra com frases de efeito, com risos de Falcão, iguim, Schettini, Tha e Andyara dando o tom da melodia.

Post rápido e sem muita coisa a ser rebuscada. Vai ver a "simplicidade" é o tom do melhor que há por vir.

Obrigado, mesmo, por me deixarem brincar de ser feliz!

sábado, 10 de outubro de 2009

Parecia teatro, mágico!





'Já faz uma semana que eu guardo na lembrança..", pois é, tudo começou na sexta-feira, dia 02 de outubro.

09:00 - Cortar cabelo, estudar, dizer pra ela dormir aqui em casa, apresentar bons motivos.

12:00 - Preparar material pra aula de filosofia do Direito, Civil V, ir pro Estágio.

17:00 - Sair da Defensoria Pública. Ir ao ponto para encontrá-la, confirmar que ela dormiria aqui em casa no dia seguinte.

Fim da sexta-feira, e conversas no msn e posts no Agravo, dizendo que eu estava numa expectativa do caramba pelo sábado. Afinal, seria o dia que a garota que eu estou muito afim iria conhecer o meu mundo, por assim dizer. Minha casa. Meu Quarto. Meus cantos (Diretoria e Cultural Bar). Minha mãe. Duas das minhas irmãs. Alguns dos Meus melhores amigos. E me acompanhar na minha banda preferida, tocando num dos meus cantos preferidos. Enfim, abriria meu mundo mesmo. Ela conheceria de uma só vez o "Andrey, o Brugger, o Dedey".

Sábado, 03 de outubro de 2009, cedo. Amanheço às 10h, ligo pra ela e confirmo tudo. Tudo está certo. Fico sabendo que junto a ela, vem a Melhor amiga dela. Peço autorização extra para a dona Elza. Ela concede.

18: 00 - confirmo com a Ela, Guilherme Schettini e Isa o barzinho pra concentrar. Gui, Iguim e minhas irmãs Elzimar e Lilia iriam subir de carro. Tudo marcado para começar às 22h.

20h30: começo a me arrumar. Qual camisa? Qual perfume? Gel ou não? (Caralho, quanta preocupação. Sendo que o combinado era "muita calma"). Camisa polo preta, Calça jeans, Gelzinho de leve. Perfeito.

21h15: sair de casa.
Meio do caminho: Isa avisa que irá com Luana e Thais. Logo, talvez não fosse pra concentração. Vivi avisa que está atrasada. Schettini, eu já presumia. Chego no alto dos passos 22h.
Os cidadãos chegam todos juntos às 23h. ¬¬. Schettini com aquele sorrisão, a amiga naquela calma característica e ELA...linda²! Chance de brigar = ZERO!

23h as 23h40. Diretoria. Pastel pra mim, Cerveja para mim e Schettini, Coca-cola e canjiquinha 0o para as moças.

00h10. Entrada no Cultural, após subirmos de taxi. Casa cheia. Show da Maira Cageste abrindo a noite. Encontro Tiago e família La Gatta.

00h40. Família Brugger adentra o Cultural.

Tomo minhas 2 caipirinhas.

Tudo pronto, tudo perfeito. Showzasso!!!! Anitelli entra GRITANDO: " A poesia prevalece!". Abaçaiado ( ' das lembranças que eu trago, meu perdão e meu rancor"). Zaluzejo, Pratododia*, Sina Nossa, Camarada D´Água**, Ana E o Mar***, Anjo mais Velho**** ,enfim, praticamente todas as músicas que tocam no meu som e me lembram algo. A banda perfeita. A performance da Gabi Veiga no trapézio, maravilhosa.

O meu Canto com os cantos da platéia e os encantos dela.
Genial, perfeito. Era o que eu repetia para mim mesmo.

Gui e Iguim foram embora mais cedo com minhas irmãs! =/
Eu amei o Iguim lá com a gente, 13 anos e um show de bola o muleque. Gui nem se fala, Falcão sempre dando show em tudo quanto é lugar.

Pra fechar, Cerveja com Schettini e Sambavesso no palco.

Vinda para casa. Táxi. Deixamos Schettini em casa, são (?????) e salvo. Bora pra minha casa. Entrar, ela conhece os cachorros, adentra a casa. Mamãe já em casa, com café pronto e pão caseiro quentinho. Dormir. Acordar. Ela e minha mãe falando de tudo e mais um pouco. Perfeição à vista?!

O resumo desse interstício já está no Agravo, transcrevo aqui:
"Ela sopra trechinhos de um coração temporal e se ocupa na preocupação com futuro e neuroses sentimentais. Ele sofre horrores, mas continua do bem, sempre inventando histórias com final feliz. Hoje, ele amanheceu com ela nos braços, achando que era sonho. Porque após dormirem abraçados, sonhou com ela. Ele acordou e a viu dormindo linda, respirando tranquilidade. Ele dormiu com sorriso aberto, com respiração nela, com uma satisfação de noite perfeita. Ela acordou princesa. Ele acordou cantando, assim como o mundo. Quando ela dorme na casa dele, o mundo acorda cantando, ele lembrou. A cena, ele não imaginaria tão perfeita. Entre tanto amor, entretanto a dúvida; era a música. A recepção e o café feitos pela mãe dele, surpreendentes. Satisfação dele. Alegria dela. Vida que segue para ambos. Do jeito deles. Deles. Eles.".

* " Como arroz e feijão é feita de grão em grão nossa felicidade. Como arroz e feijão, a perfeita combinação, soma de duas metades. Como feijão e arroz, que só se encontram depois de abandonar a embalagem. Mas como entender que os dois, por serem feijão e arroz, se encontram só de passagem?! Me jogo na panela, "pranela" eu me perder, me sirvo à vontade, que vontade de te ver!!!"
** Pro Gui, Gui Schettini e Iguim: " Camarada, viva a vida mais leve. Não deixe que ela escorregue, que te cause mais dor. Caixa D´Água guarda a água do dia, não cabe tua alegria, não basta pro teu calor. VIVA A TUA MANEIRA, NÃO PERCA A ESTRIBEIRA, SAIBA DO TEU VALOR. E amanheça brilhando mais forte!! que a estrela do norte que a noite entregou. Camarada D´Água fique peixe de manhã, de madrugada. Fique seja a hora que for!!! ... COMO PODEREI VIVER? COMO PODEREI VIVER SEM A TUA, SEM A TUA, SEM A TUA COMPANHIA????"
*** Tive que passar pela avenida Paulista. Mas passagem boa: " Ana e O Mar, Mar(i)Ana, histórias que nos contam na cama, antes da gente dormir..."
**** Pra ela que fez valer meu show e esse último mês: " Só enquanto eu respirar, vou me lembrar de você. Só enquanto eu respirar".

Foi como eu tinha imaginado. Melhor, talvez. E PERFEITO. Dormi com teu cheiro impregnado na camisa e no pensamento.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Hoje, quem fala é o Caio F.

Quanto ao fim de semana, crônica saindo do forno para o próximo post.
Hoje, quem vai se manifestar é o Caio Fernando Abreu.




"
(Silêncio)


-Quando a noite chegar cedo e a neve cobrir as ruas, ficarei o dia inteiro na cama pensando em dormir com você.
-Quando estiver muito quente, me dará uma moleza de balançar devagarinho na rede pensando em dormir com você.
-Vou te escrever carta e não te mandar.
-Vou tentar recompor teu rosto sem conseguir.
-Vou ver Júpiter e me lembrar de você.
-Vou ver Saturno e me lembrar de você.
-Daqui a vinte anos voltarão a se encontrar.
-O tempo não existe.
-O tempo existe, sim, e devora.
-Vou procurar teu cheiro no corpo de outra mulher. Sem encontrar, porque terei esquecido. Alfazema?
-Alecrim. Quando eu olhar a noite enorme do Equador, pensarei se tudo isso foi um encontro ou uma despedida.
-E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros.

(Silêncio)"

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Das coisas que eu queria ouvir

Naquele dia-a-dia, chegou o dia. Eu abri a porta de casa, carregando meus cadernos, bolsas e as contas a pagar. Quase que visito o chão ao passar despercebida pelo pedaço de papel amarelo, canto de catálogo telefônico, que estava por ali. Era um bilhete do porteiro. Pensei que já seria mais problema, reunião ou pagamentos. Me dei prioridade. Coloquei o papel de lado, tirei os saltos. Fui à cozinha, ao quarto. Me sentei para cumprir atividades. Olhei o papel. Li. Mas o que será que o porteiro estava guardando para mim? Desci. Lá estava ele. Como entrei pela garagem nem o vi. Eis que de trás do balcão surge, inesperadamente, um buquê de rosas. Aquela malicia adulta perpassa seu rosto. Agradeço. Volto estonteada. Surge a idéia de procurar por um cartão. Então eu acho. É seu, meu amor. Aqueles escritos, em aramaico quase, que eu aprendi a decifrar na escola enquanto rabiscava “te amo(s)” pelo seu caderno. Aquele que me escreveu “te amo(s)” também. Pena que não escreve mais. Ou não escrevia. Era simples, você tinha lembrado, talvez um pouco tardiamente, que eu gostava de rosas e resolveu me mandar. Eu engoli. Não consigo enxergar maldade, até hoje, no nosso relacionamento juvenil. Já era noite. Resolvi deitar. Não segui as regras de etiqueta, não corri para o telefone. Deus, quem diria! Dormi e sonhei com você, meu bem, que graça! Há muito já havia me esquecido de te visitar em sonhos. Como foi bom reconhecer a ternura de seu abraço, seu olhar brilhante, seu sorriso iluminado. Deitamos para rever um dos vários filmes que assistimos juntos, abraçados, quando ainda éramos mais nossos. Acordei. Não, a nossa música já não é mais o meu despertador. Mas mesmo assim, acordei pensando em você. Olhei para as flores então na água. Já não tinha mais a mesma cor da noite passada. A flor, como o amor, desbota pouco a pouco. Apesar de sempre deixar sementes potencialmente capazes de se fazer reviver. Tomei meu café. Tomei meu banho, me arrumei. Juntei as coisas apressadas e quase me esqueço do celular. E da agenda! Ah a agenda! Seu telefone já se confundiu aos montes de números que tomaram prioridade. Ainda será o mesmo? Olhei o cartão, não havia telefone. Decidi tentar por aquele antigo, mas quando passasse pelo caótico trânsito. Cheguei no escritório, distribui “bom dia(s)”, e me sentei. Me envolvi em trabalhos, em estudos. Seu cartão caiu do meu colo. Me lembrei do sonho, da realidade perdida. Busquei voltar ao trabalho mas, por Deus, que lástima! Não agüentei. Te liguei naquele número. Chamou! Você me atendeu. Céus, sua voz me arrepiou e recuperou lembranças de uma pessoa que eu nem lembrava ter sido. Claro, almoçar dentro de duas horas. Em um restaurante que eu não me lembrava de ter ido com você. Cheguei, atrasada. Afinal, tem coisas que nunca mudam, como você mesmo disse. Olhei seu rosto, enquanto você olhava o meu. Tanta coisa tinha se passado e eu ainda encontrava seus detalhes, tão bem guardados e agora tão vivos, nas curvas de seu rosto. Seus olhos brilhavam daquele modo que eu conhecia. Ri, nervosa. Conversamos. Meu coração palpitava, minha cabeça se recusava a acreditar e meu corpo desejava o seu ardentemente. Continuava com aquele sorriso bobo, que você sempre soube colocar no meu rosto. Almoçamos. A rotina nos clamava. Combinamos um jantar, mais tarde em seu apartamento. Lembrava até do gosto diferente que a água tomava quando me dada por você. Esqueci das tarefas de casa. Pensava somente em te encontrar novamente. Cheguei, você estava tão lindo. Seu charme, que sempre fora tão angelical, me domou de um jeito intenso. Mas tomei cuidado. Amigavelmente, conversamos, jantamos e falamos de tudo que nos vinha à cabeça. Que coisa é a vida. Antes sabia tantos detalhes de você, e agora num ritmo descontrolado, perguntava de cada parente que quase me falhava a memória. Passamos um bom tempo. Resolvi voltar, estava tarde. Você me pediu pra ficar, mas disse ser em vão. Te queria, te quero. Você me beijou. Não era o mesmo beijo que eu me lembrava, mas ainda tinha a mesma magia de antes. Cedi. Quis saber seus limites comigo. Nenhum. Como tinha eu desejado isso! Éramos nós, éramos dois, éramos um. Era este o momento. Você percebera que era eu. Era eu quem seu coração sempre clamou, sempre implorou, sempre desejou. E quem você sempre negou. Rimos da situação. Chegava a ser estranho, mas se sentia certo. Para surpresa de muitos que se perderam pela vida, juntamos, vivemos. Gastou-se tempo. Mas eu te convenci com retórica fraca, juvenil. Você então me disse que me amava, que me queria, que era eu e mais ninguém. Nas nossas brigas, te dizia que quando você voltasse atrás seria tarde. Mas não foi.