domingo, 21 de agosto de 2011

Sobre sinais que chegam

Eu pedi por sinais. Pedi porque nessa confusão que paira eu não ando dispensando a previsão, ainda que as surpresas tenham ainda aquele tom irônico e jocoso.
Eu pedi por sinais. No entanto, O Cara Lá de Cima fez, ainda que tacitamente, a seguinte proposição: você tem que interpretar de forma honesta.
Sim, eu sempre pedi por sinais. Sempre foi complicado interpreta-los com honestidade. A gente teima em querer ver o quer ver, não tem jeito. Nada obstante, dessa vez eu decidi ter olhos para ver; afinal, eu quem pedi por sinais.
Eu pedi por sinais e eles chegaram. E a honestidade incomodou um pouco, como um pequeno corte no dedo que não te derruba, mas incomoda. Assim, pude ser sincero comigo e com minhas decisões. 
Pedi por sinais, eles vieram, eu interpretei honestamente, fiz escolhas sinceras e pretendo levá-las a cabo nessas próximas duas semanas.
Vamos ver no que dá. Sinal verde pra felicidade, acima de tudo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Mesmo quando eu assopro forte

Da série "trechos que eu gostaria de ter escrito":

"Sei que pareço infeliz e mal-humorado, mas é só escudo. Minha felicidade é sempre pequena demais pra espalhar por aí. Não tenho culpa se desde criança minha pipa sempre cai no telhado do vizinho." - é do Gabito Nunes

sábado, 13 de agosto de 2011

Uma rápida assertiva ainda sobre velhos modelos

Sou eu nessa viagem recém-iniciada que, certamente, não levará a lugar algum. Porém, nesses quase vinte e quatro anos tenho aprendido a retirar o melhor de cada vivência; assim, sou eu aqui ouvindo John Mayer e até achando bom.

Não sei se realmente por ser ai nesse sorriso where the light is, ou por ter plena convicção que sua mãe e seu pai, pessoas de bom coração, te criaram com apoio na doutrina de Daughters. Sei lá, talvez eu apenas esteja Free Fallin´. Mas como não? A resposta chega a ser simples Your Body Is A Wonderland.

Sou eu sabendo sobre (im)possibilidades, velho modelo. Ficam realmente as perguntas:


Don't you think we oughta know by now?
Don't you think we should have learned somehow?

 

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Dia do Amigo

Abençoados os que têm amigos, porque estes, como eu, sabem que são deles o Reino da Calmaria em tempos de tempestade, bem como o mundo de festas quando dos encantos de vitória! Feliz dia "aos meus chatos prediletos" que tornam a vida mais fácil.
 Obrigado mesmo! Principalmente a Thais Barbosa, amor amigo desses bonitos de se ter.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Isso muda tudo

Ela também é morena, um pouco maior que eu, mas não é você.

E isso muda radicalmente tudo!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Eu não tenho para onde ir, mas...

Escuto uma setlist que conta com Engenheiros do Hawaii e Paralamas, não foi proposital, até parece que é Deus assoviando uma trilha sonora para os caminhos que vem sendo traçados.
A música da trupe de Gessinger é atestadora no seguinte sentido: "eu não tenho para onde ir, mas não quero ficar. Suspender a queda livre, libertar! O que não tem fim sempre acaba assim". Realmente, estou em uma fase de finalizações de tarefas, fechando casas antigas pré-fabricadas, soltando alguns grilhões semânticos e amarras que me prendiam ao pé de uma mesa (imaginária). Não tenho para onde ir, mas também não vou ficar.
E para isso foi preciso coragem para abandonar a velha foto sobre a mesa, guardei no relicário. Foi preciso colocar a casa pré-fabricada à venda, peguei o ouro de tolo e comprei asas. Foi preciso abandonar velhas espereranças embaladas por músicas de Nando Reis, afinal, a próxima banda é Paralamas, que cantam: "Eu, hoje, joguei tanta coisa fora. Eu vi o meu passado passar por mim, cartas e fotografias, gente que foi embora. A casa fica bem melhor assim".
Achei que cairia em queda livre, mas aos poucos vejo que o foco no trabalho e no caminho por vir suspendem a queda livre. De repente, aquelas asas compradas com ouro de tolo têm finalidade, atravesso a montanha e do outro lado tem espiritualidade nova, novas pessoas, novos objetivos, quiçá um novo porto.
Agora, se quiseres me acompanhar, "vem ver com os próprios olhos".

domingo, 24 de abril de 2011

Escorrega, dor.

Amores líquidos, relações líquidas, paixões líquidas. Escorrem, correm. Tenta-se segurar pelo centro, pelas pontas. Fogem. Indicam novo caminho, apontam novas direções. 'Esteja sempre com a mochila pronta, não se envolva, não se entregue', é o que se ouve. Se entregar, se deixar levar? Efemeridade. Indecisão.

"deixa estar que o que for pra ser vigora". verdade?