Mostrando postagens com marcador obrigado gente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador obrigado gente. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de abril de 2010

De um a nove? DEZENOVE

Como uma criança que mal dorme pensando nos presentes que vai abrir por ser seu aniversário, eu sou. Impaciente, nervosa, impulsiva e ansiosa. Criança, por que não criança?

***

Mais um ano na folha. De um a nove? Dezenove. E o que mudou? Bom, de ontem pra hoje nada. Talvez umas olheiras a mais pela ansiedade, ou uma nova espinha ainda de reflexos da páscoa. Mas da data de 08 de abril de 2009 para hoje... mudou bastante.

Faculdade. Isso já indica muita coisa. Novas vivências, liberdade, estudos, interesses, pessoas, festas e atividades. Um suspiro aliviado de uma estudante pré-vestibular. A sensação de toda uma vida pela frente e o inicio desta.

Responsabilidade, amadurecimento, experiências novas.

Em um ano eu descobri o mundo. Fiz amigos em várias partes dele, aprendi uma língua nova. Mudaram minhas águas, minhas concepções, meu modo de ver a vida.

Aprendi o que existe além de. Descobri o que existe por ai, ou melhor, que existem coisas por ai. Me contaram que devo viver apesar de.

Chorei. Meu Deus, como eu chorei nesse ano. Mas sorri. E sorri tanto e tanto, que chorei de rir. Fiquei mais sensível, mais objetiva, mais mulher. Aprendi que bater a cara as vezes é o melhor, mas que ceder também pode ser útil. Mudei meu conceito de vida, do que realmente vale a pena.

Amei. Sofri. E ainda amo. Loucuras.

Neste último ano? Fiquei fanática por Los Hermanos e The Big Bang Theory. Fiz novos amigos, conservei os antigos. É para vocês essa parte que se segue:

Lila, Bê, Lalá, Léo, Pigu e Tamys. Minha essência Santa Catarina. Meus amigos. Encho a boca para dizer isso. Meus AMIGOS. Depois de tantos problemas, sobramos nós, guerreiros. Por vocês eu faço tudo.

Maria, Nicolás, Miguel, Brizia, Krizia, Katerina. O que teria sido do meu crescimento esse ano sem vocês? Muito pouco. Obrigado por me darem a lembrança perfeita da minha extrema liberdade. Saudades demais.

Yasmim, Babi, Bernardo, Gui, Dudão, Thomás, Thomas, Ariel. Amigos da faculdade. Agradeço pela amizade que construímos em tão pouco tempo. Já são mais que especiais para mim.

Duda. Minha gêmea Lopez. Distante estamos e sei que você não deve chegar a ler isso... mas deixo meu agradecimento por ser sempre meu refugio, minha melhor amiga. EU TE AMO.

Rafael. Meu amor... quanta coisa aconteceu esse ano hein!? O que teria sido de mim sem você? Nada. Obrigada por tudo. Te amo pra sempre, meu amorzinho!

Victor Hugo. Ai ai ai... altos e baixos e altos e baixos de novo. Relacionamento que oscila, mas que tem seu sentimento, sua amizade infinda. É meu anjo... obrigada. Te amo mais que tudo!

Andrey. Parceiro de vida, de blog. Obrigada por sempre ouvir meus choros, declarações, viagens. Sem você não sou a mesma. Obrigada pela amizade certa, pelo apoio incondicional. Te amo demasiadamente.

Arthur Klose. Meu chatinho mais gatinho de todos! hueuhehue. Meu bem, obrigada mesmo por tudo nesse ultimo ano. Obrigada por estar mais esse aniversário do meu lado. Falei isso ano passado: de agora pra frente, tem que estar comigo em todos! s2

Agora à vocês: Marina, Gabriel, João, Mari, Matheus, Waldyr, Cícero, Letycia, Léo, Rodrigo, Caniato, Sanderson, Nicoline, Werneck, Cibele, Tico e todos os outros que sabem que estão incluídos. Eu não tenho palavras para falar o quão importante para mim foi conhecer vocês. O quanto cada segundo ao lado de cada um de vocês me faz bem. Muito obrigada por serem meu refúgio, meus novos amigos, minha paz. Obrigada por me aturarem, por secarem minhas lágrimas, me darem tantos conselhos e me fazerem a pessoa mais grata por ter os melhores amigos do mundo. Vocês são demais. Eu amo muito cada um de vocês.

Stelinha, Polly, Rapha... Meninas do meu coração, que tão importantes são na minha vida... Obrigada por todos os momentos. O tempo só comprova o quanto o sentimento é verdadeiro.

À todos meus amigos, que eu sei que entendem ser impossível citar todos os nomes. Meu MUITO OBRIGADA.

Família. Nossa... não sei nem o que eu falo. À todos, um sincero agradecimento. São muito para eu poder conseguir expressar por palavras. Amo vocês.

Pai, parabéns para a gente, obrigada por tudo. Gabi, obrigada manezóide. Thuthu, obrigada meu neném. Juliana, obrigada.

Mãe, obrigada. Obrigada por me dar educação, por me dar a essência do que sou. Obrigada por estar perto de mim sempre, que eu tenho certeza que está.

À vocês, meu muito obrigada. Cheguei aos 19 diferente. E com certeza mais feliz por ter vocês ao meu lado.

Que venham os 20.

“Deixo tudo assim, não me importo em ver a idade em mim...” – Los Hermanos. Óbviooo!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

100 vezes.





Mapearam o genoma, o acaso vai dançar
Sem a senha nem em sonho, impossível disfarçar
Pra quem gosta de nós é um prato cheio
Vela vai veloz vamos sem receio pra quem gosta de nós

(Pra Quem Gosta de Nós - Pouca Vogal)


Para quem gosta de nós, é o CENTÉSIMO POST!
Acho que nada melhor que numa sexta-feira 13, o post 100; como bem lembrou a Tha (meu achado, minha parceira, vida só existe com ela)! E a gente só tem que agradecer, por quem vem, lê e comenta; por quem vem, lê e não comenta; por quem vem, lê e fala nos corredores da faculdade ou no Orkut.
O Ironias vem tratando de temas piegas, mas se não falar de amor não se fala do que move o mundo. A temática provavelmente será essa basicamente e mais algumas pitadas do que ocorre em volta. Embora, a gente prefira levantar a placa do "Eu já sabia!" e falar na mesa do bar, o que acaba sendo blogado lá no Aforismas!
Outro dia, perguntaram-me o motivo de eu escrever, não encontrei melhor resposta do que li em meio aos eucaliptos:


Escrevo por todos que investiram muita vida para esquecer velhos amores.
Pelos que fizeram escolhas erradas, e para os quais o tempo passou, cruel e implacável, varrendo do rosto alguns sorrisos e da alma tantos sonhos.
Por quem já esteve em lugares de vazios tão densos, que os confundiram com o alto inverno.
Escrevo por cada coração entregue a quem nem bem valia um olhar.
Pelos que já acreditaram em palavras voláteis, e tornaram-se, portanto, vulneráveis diante dos amores de mão única.
Para os que já foram surpreendidos por gestos curtos e palavras ríspidas, e só o que queriam era serem ouvidos.

Por todos os emocionalmente desabitados.
Porque no desamparo o ser humano sabe-se só.
E há a perigosa convicção do abandono, que por mais sutil que seja, míngua a vida da gente.

Escrevo porque dentro de mim tenho memórias de cada uma dessas dores, e porque dia desses ouvi que TRISTE é qualquer coisa viva, que (em algum momento) não sente como tal.

Escrevo então pra tentar fazer diferente, pra propor dias melhores, pra abolir esse abandono, aceitar novos caminhos...

Escrevo para urgentemente lhe estender as mãos...